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Ciclo Urbano no Sala de Notícias do Canal Futura

By MacBike 20 de abril de 2015 No comments

Um dos principais problemas de uma metrópole é o congestionamento. Na cidade de São Paulo isso é bem evidente, são muitas horas de vida e de trabalho perdidas nos engarrafamentos constantes e prolongados. Acreditamos que a bicicleta é mais uma alternativa viável para fugirmos do caos que nos oferecem, seja para lazer, esporte, ou para transporte, trabalho. A proposta do curta doc. “Ciclo Urbano” é tentar abordar as alegrias e os desafios do ato de pedalar na cidade de São Paulo.

Direção: Edna Akemi, Gabriel Goulart, Ko Ryh Sheng, Raphael Gomes, Tabata Franco e Washington Assis



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Balance Bike

By Bruno Frizo 11 de dezembro de 2014 No comments

Balance bike ou bicicleta de equilíbrio chegou há pouco tempo no Brasil e está fazendo muito sucesso.

 

 

 

Balance bike na MacBike

Meio Desafio Rural, Etapa Fazendão

By Tatiana Saito 7 de abril de 2014 No comments

Meio Desafio Rural 56km

 

No domingo passado, 06/04/2014, fui participar do Meio Desafio Rural - Etapa Fazendão. 56km de trilha.

Entrei no site do Desafio Rural, olhei o mapa, vi a altimetria e achei bem suave. Menos de 700m para 56km, moleza!!

Ledo engano... Na minha marcação do Strava foram quase 1.600m de altimetria acumulada....

Enfim, fomos só eu e o Igor (meu filho, de 12 anos). Fomos tranquilamente, em ritmo de passeio, curtindo o caminho.

                                                       Igor com certificado de conclusão, e eu com sorriso!
 
O Igor pedalou bem pra caramba, e apesar das várias subidinhas boas pelo caminho, não empurrou nenhuma vez!! Tão orgulhosa!!

O dia amanheceu nublado, e quando o sol abriu, abriu MUITO!! Um solzão de rachar o coco, mas tudo bem, porque em trilhas a gente sempre encontra uma sombrinha. E assim fomos, devagar e sempre. Conseguimos manter um ritmo bom antes do sol chegar com força, mas a verdade é que eu não estava preocupada com o tempo. Só queria que o Igor terminasse bem.

Faltando uns 2km pro PC1, pegamos uma descida bem técnica, cheia de cascalho e pedras soltas, sem contar umas pedras grandes "plantadas" no solo e umas "valas" por onde deve correr a água da chuva. A gente descendo com o freio totalmente acionado, enquanto o pessoal que já estava na volta subia empurrando... Eu fiquei morrendo de medo dessa subida na volta, mas conseguimos vencê-la sem muito sofrimento.

Quando cheguei no PC1, fui pegar meu passaporte pra carimbar e... e... Epa, cadê ele??

Vacilo #1: perder o passaporte. Ainda bem que não era um brevet, senão eu ia começar a chorar lá mesmo! Ahahahahahahhaha

Tudo bem, o importante foi o Igor carimbar o passaporte e participar.

A volta foi mais sofrida. O Igor começou a mostrar sinais de cansaço, ou seja, ficou emburrado, parando a cada sombra e reclamando um pouco. Eu nem dei muita bola, mesmo porque não tinha o que ser feito.

O obriguei a se alongar quando ele reclamou de dor na perna, obriguei a se alimentar e dei uma bronca porque ele não encheu a caramanhola quando teve oportunidade, mesmo eu dizendo que aquele era o último local para comprar água antes da chegada.

Um sermãozinho básico sobre a importância da água na prática do ciclismo e seguimos em frente.

Chegando no asfalto, ele não conseguia me acompanhar. Eu estava com minha bike Miyamura Touring e pneu Continental King Cross 700x35c, sem suspensão. Bicicleta leve e pronta para tudo.

Já ele estava de MTB Merida (que é minha, aliás), de suspensão. Bicicleta de alumínio, é até que leve, mas ele não dava conta. E olha que ele estava com um pneu ótimo, que eu adoro pra fazer trilha porque são resistentes e ao mesmo tempo são ágeis. Pneu WTB Wolverine 26 x 1,75.

                                                       Que canseira!!

Tudo bem, a gente entende. Muitas subidas, sol e calor e 56km já vencidos... Só me restou compreender e ir no ritmo dele.

Terminamos o Meio Desafio fora do horário (e eu, sem passaporte...), mas terminamos.

Além de um pedal bem gostoso, ainda curtimos um tempo só nós dois, mãe e filho, num ambiente diferente e fazendo algo que gostamos. Simplesmente tudo de bom!!

Post extraído do blog da Tatiana Saito, que pode ser lido aqui.

Audax 200km Rio das Ostras

By Tatiana Saito 1 de abril de 2014 No comments

Audax 200km Rio das Ostras/RJ

Em 16/03/2014 teve a primeira prova de Audax 200km da série 2014 do Audax Rio, que foi na tradicional cidade de Rio das Ostras/RJ.

Muita gente critica os brevets que acontecem em Rio das Ostras, dizendo que é muito fácil. Mas vou dizer, ó: foi muito difícil.

De fato, a altimetria é suave. Não se tem subidas longas e íngremes como em Holambra ou Boituva, provas que são organizadas pelo clube Audax Randonneurs São Paulo, mas em compensação, que vento era aquele?? (Tá bom, gente... Boituva também tem um vento dos infernos. Mas como não pedalei em Boituva com vento, não posso comparar.)

Depois de fazer 200km e 300km em Rio das Ostras/RJ em 2012, e não conseguir concluir os 300km e 400km em São Paulo no mesmo ano, nem os 200km em 2013, desencanei. Não concluí nenhum brevet em 2013 e tinha certeza que minha breve carreira no Audax tinha chegado ao fim.

Eis que meu filho, que está com 12 anos, pediu pra fazer uma prova. As provas em São Paulo, mesmo os desafios de 100km são muito puxadas para a idade dele. Resolvemos então levá-lo para Rio das Ostras.

Aproveitando que ele faria o desafio de 60km, me inscrevi nos 200km. Achei que ia abafar (mesmo sem treinar), afinal, subidas são problema e lá não tem subidas. Meu único medo era o caminho.

Tomei vários tapas na cara durante a prova. O caminho já era meio conhecido meu, pois a rota pouco mudou em relação a 2012. Mas o vento..................

No sábado, chegando na cidade, percebemos que o vento estava muito forte, então eu já sabia que estaria tenso no domingo. Só não sabia que seria TÃO tenso.

Subestimei o vento e quase me lasquei.

Fui "socando a bota" até o primeiro PC - posto de controle no km 50. Estava bem e não estava lerdando. Parava nos PCs e PAs - postos de apoio, somente o necessário e saía. A ideia de que eu estava abafando se concretizava.

Mas saindo do primeiro PC em Macaé comecei a sentir o vento contra.

Até o PA em Carapebus, com aproximadamente 77km pedalados, eu sofri um pouco. Estava BEM quente, mas eu não percebia por conta do vento forte. Temperatura em torno de 43ºC, ventos fortes que não deixavam a bike ir a mais de 10km/h no plano e uma ciclista sem noção e sem treino formavam a receita do fracasso.

Uma hora eu parei numa sombra e fiquei imaginando que iria desmaiar. O mundo girava ao meu redor, tudo parecia muito claro e meio brilhante... Parei, bebi muita água, comi um pouco e fui cambaleando até o PA. E saí do PA confiante que chegaria até Quissamã, no PC2, com 105km, super bem.

Só que eu demorei MUITO pra chegar até Quissamã. O pedal não rendia, por mais força que eu fizesse. Mesmo deixando as marchas bem leves, não dava... Comecei a me desesperar.

Pensava em pedir carona pros carros que passavam. Pensei em pedir pra alguém de moto me empurrar. Pensei em ligar pra pedir resgate.

E pensando na desgraça eu ia, devagar e sempre.

No auge do meu desespero, comecei a conversar com Deus. Veja só, eu nem sou religiosa!! Mas o desespero era tanto, que pedi por um sinal de que Ele existia.

Eu pedalava e chorava e pedia a Deus pra me dar uma luz de que estava tudo certo. Nisso, no fim de um micro morro, aparecem dois ciclistas que passam e gritam "faltam só 4km!".

Eu sabia que não eram só 4km porque meu velocímetro mostrava que eram no mínimo 9km. Mas o sinal de Deus não poderia ser mais claro: eu estava quase chegando, era só ter fé e pedalar.

Assim eu fui, parando em algumas sombras, pensando em empurrar e desesperada.

Quando vi o pórtico de entrada da cidade de Quissamã, respirei aliviada. Mas foi só pegar a rotatória da cidade e entrar na ciclovia que senti o vento mais forte e totalmente de frente, totalmente contra mim. Comecei a chorar forte mas não saíam lágrimas. Acho que eu estava desidratada então não tinha nada pra sair! Ahahahahahaha!

Que desespero. Os poucos quilômetros até Quissamã foram feitos com muita dificuldade, mas quando vi os cones que indicavam a entrada do PC, acelerei e cheguei.

Correi e perguntei se dava tempo ainda, afinal tinha certeza de que tinha estourado o tempo. Até estava com o tempo para aquele PC estourado, mas se eu corresse, daria para terminar o brevet no tempo limite de 13h30 de pedal, ou seja, até às 21h10. Achei que era a última a chegar, mas depois de mim chegaram vários ciclistas.

Comi o tradicional macarrão oferecido pela Prefeitura de Quissamã e tomei uma Coca de 600ml inteira! Fazia só uns 15 anos que eu não tomava mais de um gole de refrigerante. Mas foi necessário porque eu estava só o pó da rabiola.

Também não me demorei no PC de Quissamã. Comi, tomei a Coca e saí. Correndo, literalmente.

O vento estava a favor agora, então não precisava me esforçar muito pra ir a 25km/h. Ainda bem, porque para chegar em tempo no PC3, que seria em Macaé também, eu teria que fazer uma média de 25km/h.

Eu parei de fazer contas de tempo, somente pedalava. E não é porque eu estava com vento nas costas que eu não pensava em desistir. O caminho até chegar em Carapebus é muito isolado. São estradas asfaltadas mas pouco movimentadas, então a solidão me deixava assim, abalada.

Mas continuei, firme e forte. Mais forte do que firme. Em muitos momentos as pernas não obedeciam e eu pensava que nunca mais ia poder descer da bicicleta pois não teria força para "desclipar"...

Cheguei em Macaé cedo, muito antes do que eu imaginava. Faltavam ainda 3 horas para terminar o brevet, e pouco mais de 40km. Estava fácil!!

Dei uma sorte danada e encontrei vários ciclistas bons em Macaé. Formamos um grupo de 10 pessoas e fomos pedalando pela cidade, em meio ao trânsito e aos carros, fazendo uma média alta.

Conversei, me diverti muito nesse último trecho e não precisei pedalar no escuro sozinha. Estava feliz e realizada, pois o sol e o vento não castigavam mais e eu não estava sozinha. Nem sentia que estávamos pedalando num ritmo bem forte. Eu somente acompanhava o grupo e aproveitava a minha vitória!! Estava tão feliz!!

Minha gratidão eterna a todos que me acompanharam.

Chegamos em Rio das Ostras às 20h05, com folga de 1h05 para o término da prova.

Estava cansada mas muito feliz!

E agradeci a Deus, afinal de contas, Ele me ajudou demais. Agradeci por ter um corpo que, apesar de bem gordo, me permite fazer coisas que muita gente malhada não consegue. Agradeci por ter a saúde e a capacidade de pedalar que eu tenho, mesmo tomando anticoagulante diariamente. Agradeci por não ter nenhum pneu furado. E agradeci pelo apoio do marido e do filho.

Tinha pedido pra não ter nenhum pneu furado e não tive. Minha bicicleta funcionou perfeitamente, apesar do fit não estar adequado. E o selim não me deixou com dores na bunda. Tudo deu certo. Não tinha como ser melhor.

Se eu vou fazer os 300km?? Acho meio difícil responder agora. Tenho vontade, mas não tenho preparo....

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Para quem não sabe o que é uma prova de Audax, explico rapidamente: o nome correto para a modalidade é Randonnée, visto que a média de velocidade das provas é de 15km/h. Nas provas de Audax, a média é de 22,5km/h, mas por algum motivo no Brasil misturamos tudo. Você pode ler mais aqui. Você pode entender um pouco mais da história sobre a criação dos Brevets aqui, e o regulamento dos Brevets Randonneurs Mundiais aqui.
 
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Post extraído do blog da Tatiana Saito, que pode ser lido aqui.
 

900 dias de aventura

By MacBike 13 de março de 2014 No comments

Esse grupo de amigos resolveu descobrir o mundo e seu povo, eles partiram em agosto de 2010 e a aventura terminará em agosto de 2014, viajando pelo planeta usando transportes econômicos, ecológicos e em harmonia com o espírito de liberdade e aventura que possuem. Claro que a bicicleta se encaixa perfeitamente nesse conceito, além de promover uma facilidade de contato com os habitantes locais de cada região.

Neste vídeo eles mostram os primeiros 490 dias da aventura:


490 days of adventures and challenges around the world from Solidream on Vimeo.

 

E neste os 900 dias completados:

 

900 days of adventures and challenges around the world from Solidream on Vimeo.

 

Quer saber mais sobre o projeto? Acesse o diário de viagem do grupo:

http://english.solidream.net/

Jogo de Downhill para celular

By MacBike 25 de fevereiro de 2014 No comments

Foi lançado mais um jogo de Downhill/Freehide para celular, destas vez para Android e IPhone.


Bike Mayhem

 

Pilote em lindas trilhas, passando por pedras e raízes. Mande altas manobras e seja o Rei da Montanha.

Bike Mayhem

Mais de 19 montanhas diferentes com 100 trilhas inspiradas em locais reais.

Para iOS Grátis: http://goo.gl/BAPpWw
Para Android: http://goo.gl/aIbIMT

Veja o que rolou no Tour Down Under 2014

By MacBike 30 de janeiro de 2014 No comments

O Tour Down Under é a primeira prova do calendário da UCI e acontece na Austrália sempre em janeiro de cada ano. Contando com as principais equipes e atletas de ciclismo do mundo.

Dicas para pedalar no verão

By MacBike 7 de janeiro de 2014 No comments

Wallpapers de Ciclismo

By MacBike 3 de janeiro de 2014 No comments

Quando um novo ano começa, nós também começamos a nos organizar e criar espectativas. Que tal deixar o seu planejamento de 2014 um pouco mais bonito?

Fizemos uma seleção de Wallpapers, com algumas imagens que postamos na nossa fanpage do facebook  para você usar e deixar o seu PC ou Note mais com a sua cara.

 

Wallpaper 2014 MacBike

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A Bicicleta do Futuro

By MacBike 23 de dezembro de 2013 No comments

Texto: The Inner Ring
Tradução: MacBike

Bike do futuro

 

Prever o futuro é difícil.

Não podemos saber quais serão os número da loteria, mas sabemos que haverá um sorteio.

Você pode fazer cálculos e medidas para prever o clima.

Mas e sobre a indústria de bicicletas?
Podemos ver as tendências e extrapolar para imaginar a bicicleta do futuro.

Você provavelmente já deve ter visto imagens de carros conceito exibidas em feiras de automóveis, com máquinas futuristas que revelam o que está por vir. Geralmente são ideias loucas, mas servem para ter apelo, principalmente para prender sua atenção e mostrar ideias de design.

Funciona igual para as bicicletas, também existem modelos conceitos, mesmo que sejam em escala menor.

Dois anos atrás, pesquisei sobre como seria a bicicleta do futuro e vi muitos câmbios eletrônicos, freios a discos, pneus sem câmaras e um quadro redesenhado, mesmo que muitas ideias tenham sido abandonadas. O que evoluiu?

Câmbios eletrônicos

Estão começando a pingar. A Shimano oferece o Ultegra, a Campagnolo tem o Athena EPS e dizem que a SRAM está contratando engenheiros eletrônicos...talvez apenas para cuidar da sua suspensão gerenciada.
Mas os sistemas ainda parecem grosseiros, com grandes baterias e unidades de CPU afixadas por cabos na mesa, o que é inaceitável para bicicletas de 10 mil euros. No futuro veremos, mais integração com a tecnologia sem fio e uma CPU que não ficará à vista.

Freios a Disco
Estão surgindo, mas devagar. Uma coisa é exibir uma bicicleta com freio a disco na Eurobike, outra é produzir uma bicicleta com o item final. O seu uso em competições de estrada não é certo. Os rotores quentes e afiados significam que eles podem ser perigosos em uma queda generalizada do pelotão, talvez seja necessário uma proteção ou imbuti-los.

Freios a Disco não podem ser pensados isolados, necessitará de um redesign do garfo e do quadro para se adequar às diferentes forças de frenagem. Nós aceitaríamos um garfo assimétrico nas bikes de estrada?
Os aros também precisariam ser redesenhados, porque não precisariam mais de uma área de frenagem ou se preocupar com o aquecimento.

Pneus sem Câmara
Os pneus sem câmara estão vindo, mas a sua adoção está devagar. As pessoas gostam deles em várias situações, mas ainda não existe uma versão super leve que seja párea para um pneu tubular premium ou clincher.

Câmbio de 11 Marchas
O câmbio de 11 marchas já está espalhado, mas vamos extrapolar e imaginar cada vez mais marchas?
Talvez um de 12 velocidades apareça, mas você pode pedalar hoje com 11-25 sem nenhum grande salto entre as marchas e isso já é suficiente para a maioria.
Talvez, chegamos a um ponto onde seja melhor pagar mais por uma corrente mais fina que compensará mais o investimento do que partir para 12 velocidades. A menos que a gancheira aumente de 130 para 135mm, ou até para 140mm.

Aprovação da UCI
A entidade tem regras que definem o que é permitido e essas regras tem sido bem conservadoras. Paradoxidalmente a grande maioria das bicicletas são vendidas para uso fora dos domínios da UCI, mas corridas como o Tour de France e Paris-Roubaix são as vitrines para as grandes marcas. Mas como já disseram a Trek, Cannondale e BMC se eles não puderem mostrar seus melhores produtos nestas corridas, eles levarão suas cotas de patrocínio para outros lugares.

Um pequeno exemplo óbvio é o limite mínimo de 6,8kg de peso. Foi introduzido em 1999, quando os quadros de carbono eram raros e o seu uso eram basicamente para guidões, aros, etc. A tecnologia evoluiu substencialmente desde 1999, mas o limite de peso não.
Hoje as Bicicletas de pelotão precisam ter seu peso aumentado com aros mais grossos, medidores de potência e até correntes por dentro do canote para atender à regra. É possível que esse limite seja revisto e reduzido.

Tenha o que os profissionais não podem ter

Anúncio da Shimano: "Tenha o que os profissionais não podem ter" em alusão às proibições da UCI


Integração
Não chegará em 2014 mas em algum momento todas estas coisas serão integradas. Talvez em 2020 poderemos esperar quadro e rodas desenhadas para freios a disco e pneus sem câmara...coisas que as Mountain Bikes já tem, mas pode haver mais integração.
Imagine painéis solares no quadro para alimentar as baterias ou ainda um quadro com porta USB para alimentar as baterias e fazer o download do treino de uma só vez?

ReconJet-Dados enviados para tela do óculos

ReconJet: Dados enviados para tela do óculos

A coisas super modernas
Para o consumidor de eletrônicos que está de olho no grande lançamento. Nada melhor do que o Google Glass ou o Recon Jet, com suas telas integradas aos óculos. Claro que você pode olhar para o ciclocomputador no guidão ou talvez você saia para pedalar para fugir da frente de uma tela. Mas essa tecnologia óptica está chegando e quando se tornar acessível irá se espalhar.

Ainda não usamos todo o potencial da tecnologia de carbono ou do desenho de bicicletas, mas as bicicletas tem incorporado mais e mais eletrônicos nos últimos anos, de câmbios à GPS ao poder de analisar os dados no pós-treino.

Conclusão
Dois anos atrás câmbios eletrônicos eram exóticos, hoje são regra nos pelotões profissionais, com os freios à disco talvez aconteça o mesmo, mas precisará de mudanças nas regras, então será menos certo. Os pneus sem câmara também serão o futuro, mas hoje eles já estão em todas menos nas bikes de estrada. Podemos ver como as bicicletas de estrada são conservadoras em relação às Mountain Bikes, embora o uso de cada uma também explique isso.

Mudanças reais acontecerão quando essas mudanças estiverem integradas em um sistema e não sendo tratadas como componentes externos.
Imagine baterias internas e portas de carregadores; quadros, garfos e aros redesenhados para discos. Pode parecer improvável para agora, mas as telas e visores em óculos também eram, e estão chegando em 2014 e veremos que os eletrônicos serão a grande novidade nos pelotões profissionais.


Texto original: http://inrng.com/2013/12/bike-future/#more-17410
Tradução livre: MacBike

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